1. Para a maioria dos políticos portugueses o acesso às cadeiras do poder é o desfrutar de direitos adquiridos que não de responsabilidades.
2. Facilmente se compreende que a aproximação do Costa, no início do seu mandato, a Sócrates, foi mera tentativa de branqueamento de capitais.
3. Claro que a justiça é cega, pelo que o baralhar de provas, tal como aconteceu no regicídio do século transacto, dificulta a evidência dos prevaricadores.
4. Os buracos são tantos que, embora os mais convenientes fossem lá para os lados de Bruxelas, provavelmente a concorrência é tanta que será melhor esperar sentado.
5. Se a um ministro das finanças é proporcionado um lugar onde possa branquear as derrapagens havidas, porque não catapultar o Costa para um mandato presidencial?
6. A tapa buracos da democracia existe para branquear corifeus, pois são estes que indigitam os representantes em que a massa ignara deverá votar.
7. Cooperar não é envolver-se em trapalhadas, mas tão-somente participar na multiplicação das unidades cooperativas onde poderá abarcar diálogos mais sãos e práticos.
Nau
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