1. Alçapremando o trabalho como o bem inalienável do ser humano, certo é muitos serem aqueles que se dão ao trabalho de nada fazer, embolsando tudo o que lhe vem à mão.
2. Os bens materiais que se transmitem de geração em geração no seio da comunidade são interpretados por esta segundo os preconceitos de cada um. Anarquistas assumidos, defendemos a doutrina político-social que permite ao homem agir de um ou outro modo, por seu livre arbítrio.
3. Dentro em breve, a administração pública e tudo que pode ser produzido poe sistemas electrónicos, prescindirá da mão-de-obra vulgar. Claro que o fim do 'estado', reduto da burguesia republicana dominante, está para breve, perante a multiplicação das unidades cooperativas que robustecerão os espaços tradicionais de residência optativa,
4. O real anarco-comunalismo assenta nas primícias que não no imaginário ou fictício; é uma doutrina político-social destruidora da autoridade, defendendo a liberdade do indivíduo; dos antepassados rejuvenescesse o espírito comunal.
5. Hoje a burguesia republicana dominantearvora-se em progressista, pretendendo que a comuna se submeta ao centralismo estatal, alegadamente tido como nação politicamente organizada.
6. "Quem ama a luz: A voz de Joy Division no carro, que por azar é novo, saber que o mundo é a continuação de Vila Nova de Gaia, há mulheres com pólvora entre os dentes, para lá das montanhas e montanha. vais ao café por volta das onze horas, e conta o dia no escritório as pernas da nova secretária. Ris muito e pensas que quem ama a luz nao pode ter medo da escuridão". Rui Costa dixit.
7. A comuna é o espaço geográfico tradicional de residência optativa, co designação própia, tal como o reino de Portugal, abrangendo as comunas afins assmidas como parte integrante do dito reino.
Nau
Nenhum comentário:
Postar um comentário