quarta-feira, 5 de maio de 2021

Nº. 7453 - RAC 5/05/2021

1. O real anarco-comunalismo assenta nas primícias que não no imaginário ou fictício; é uma doutrina político-social destruidora da autoridade, defendendo a liberdade do indivíduo; dos antepassados rejuvenesce o espírito comunal.

2. Como real, serve também para amplificar a significação das palavras a que se junta, exprimindo uma ideia de magnificência, tal como se verifica na designação de Reino de Portugal, em vez de república à portuguesa.

3. O Reino de Portugal designa o conjunto de pessoas com caracteres semelhantes ou comuns, tendo por referência a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, por este obviar disputas partidárias no topo das comunidades.

4. Na Idade Média, a comuna designava um espaço geográfico tradicional que, ganhando autonomia na gestão dos seus recursos e necessidades naturais, obtinha do rei autorização para proceder como quisesse.

5. Obviamente que a autonomia no acto de emancipação da comuna variava conforme os tipos de privilégios que eram conferidos a esta, libertando-a do poder senhorial à época pertencente à nobreza, os aristocratas de então.

6. Hoje a burguesia republicana dominante arvora-se em progressista, pretendendo que a comuna se submeta ao centralismo estatal, alegadamente tido como nação politicamente organizada.

7. Embora a comuna normalmente integre indivíduos com a mesma origem étnica, falando a mesma língua, caminha inexoravelmente para uma administração pública e produção básica, ambas electrónicas.

Nau

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