segunda-feira, 15 de junho de 2020

Nº. 6130 - Doutrina Cooperativista 16/6/2020


1. Desde os primórdios da humanidade, os grupos sociais que se distinguiam da horda, da família e do clã, uniam-se para se protegerem, caçar ou pescar.

2. Na mais remota idade os povos nómadas alimentavam-se de frutas, folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com o ambiente periclitante em que, de certo modo, eram caçados por animais ferozes.

3. Possivelmente a escassez de verduras em percursos áridos; a fome, a miséria e a oportunidade de saborear a carne de um animal inerme ou ferido por acidente proporcionou a degustação ocasional.

4. A partir daí, o timorato vegetariano passou a utilizar na sua alimentação normal tanto as substâncias animais como as vegetais e de animal vitimado, arvorou-se em predador/caçador inveterado.

5. Certo é que a tendência do homem primitivo se reunir e viver em grupo, à semelhança de outros animais de espécie secundária, manteve a solidariedade partilhando entre si os desafios de subsistente.

6. Cooperar exercita a responsabilidade de grupo e harmoniza a autogestão, esta indispensável ao espírito anarquista que rejeita toda a intervenção do Estado na vida dos indivíduos.

7. Sem dúvida que a multiplicação das unidades cooperativas robustecerá o comunalismo, antecipando a descentralização administrativa proporcionada pela digitalização integral que se avizinha, através de sofisticados dispositivos electrónicos.

Nau

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