terça-feira, 30 de junho de 2020
Nº. 6144 - Doutrina Cooperativista 30/6/2020
1. Preconizando a associação de pessoas de modo a satisfazerem as suas necessidades económicas, sociais e culturais, o cooperativismo é o fundamento da doutrina anarco-comunalista.
2. Após a Revolução Industrial, o capitalismo multiplicou o número de bancos e de prestamistas, surto baseado nos cabedais disponibilizados a altas taxas de juros.
3. Os baixos salários pago pelo empregador, normalmente em dinheiro, foi o chamariz para aqueles que, dependendo do arrotear de terras alheias, sustentavam as necessidades pessoais e familiares de modo rudimentar.
4. Claro que o progressivo aumento em número de mão-de-obra disponível baixou o custo dos salários, dando azo ao industrial, num mercado assaz competitivo, usufruir maior lucro.
5. Salários miseráveis e elevadas taxas de desemprego não se combatem com greves ou sindicatos, nem tão pouco através de reivindicações económicas, políticas e sociais, empurrando o industrial para sistemas mecânicos tecnologicamente mais avançados.
6. O apoio mútuo dos trabalhadores motivou a cooperação entre estes, tanto para a satisfação das suas necessidades básicas, como para a formação de oficinas de trabalhos e serviços, cerne do movimento cooperativista.
7. Como é óbvio, o anarco-comunalismo monárquico fundamenta-se no espírito cooperativo e total rejeição de sistemas liberais ou socialistas.
Nau
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Nº. 6143 - Portal Comunalista 29/6/2020
1. A propriedade colectiva, bem como dos meios de produção, apenas serão possíveis através de uma administração pública amparada numa eficaz produção industrial, ambas electrónicas.
2. Claro que a liberdade pessoal e social almejadas serão, progressivamente, o resultado de uma subsistência mais equilibrada, porém tal exige disciplina formal que não disputas sectárias.
3. A exploração do homem pelo homem, como é óbvio, apenas poderá ser erradicada graças à implementação das plataformas APE e PIE, ambas fundamentadas no anarco-comunalismo monárquico.
4. Logo, a educação, formação e informação proporcionadas pela multiplicação das unidades cooperativas será o esquema adequado para o robustecimento da prática anarquista.
5. Associação profissional com base nos sindicatos operários apenas serve para fazer tagatés à partidocracia - tanto liberal como socialista - mera carneirada que, de anarquismo, apenas utiliza a máscara.
6. O fim do grande capital e do reduto da burguesia republicana dominante, isto é, a organização política designada por estado, tem os dias contados, uma vez que, o camartelo anarquista é sofisticado e imparável.
7. Abolido o capitalismo resta o espírito anarco-comunalista que urge consolidar.
Nau
domingo, 28 de junho de 2020
Nº. 6142 - Psyche 28/6/2020
1. A sinusite é a inflamação da mucosa nasal, membranas que prolongam o tegumento cutâneo para dentro dos orifícios naturais.
2. Banhadas por líquidos e secreções - lacrimal, nasal, saliva, etc. - a mucosa da boca é influenciável pelas hormonas circulantes no sangue.
3. Nas membranas mucosas registam-se fenómenos correspondentes a doenças internas ou alterações do estado geral da saúde do paciente.
4. As mucosas reflectem doenças alérgicas (conjuntivite, rinite, estomatites, etc.) além de doenças hemáticas e reticulopatias.
5. Claro que as alterações das glândulas sectárias de muco do pulmão, do pâncreas, da boca, bem como das glândulas sudoríparas da pele.
6. Apesar de o paciente ter apetite normal, crises frequentes de bronquite e eliminação de fezes diarreicas e viscosas, são espectáveis.
7. O acompanhamento por técnicos de saúde qualificados é incontornável.
Nau
sábado, 27 de junho de 2020
Nº. 6141 - Fim de Semana 26 27/6/2020
1. A doença mental não é apanágio só dos nossos políticos, patente em alguns chefes de estado norte-americanos.
2. Todas as espécies políticas envelhecem e envilecem, manifestando alterações consideráveis após passarem pelas cadeiras do poder, mas o anarquismo guarda a receita adequada.
3. Como pessoas que têm a faculdade de apreender, aprender e compreender a oportunidade de se dedicar áquilo que mais lhe agrada, o anarquista será o campeador da liberdade do indivíduo.
4. A administração pública electrónica (APE) continua em franco progresso, particularmente na União Europeia; o patinho feio continua a ser protagonizado pela produção industrial electrónica (PIE), obnubilada, por uma mão-de-obra de baixo custo.
5. Como é óbvio o anarquismo comunalista tem por fundamento a administração pública e a produção industrial electrónicas.
6. "Queixas de um utente: Pago os meus impostos, separo o lixo, já não vejo televisão há cinco meses, todos os dias rezo pelo menos duas horas (...). Já não me lembro se o médico me disse ser esta a receita indicada para salvar o mundo ou apenas ser feliz. Seja como for, não estou a ver resultado nenhum." José Miguel Silva dixit.
7. Sublinhamos, uma vez mais, que Monarquia (mono+arquia) significa um só poder público, isto é, colectivo de todos os indivíduos da mesma comunidade.
Nau
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Nº. 6140 - Luta Popular 26/6/2020
1. A auto-gestão e a auto-suficiência são os pontos cardeais do anarco-comunalismo.
2. Tendo por fundamento a cooperação e objectivo a destruição do estado, reduto da burguesia republicana dominante, o anarquismo consolidar-se-á através do concerto dos interesses de cada um.
3. Sendo a convivência entre o género humano determinado pela vontade e a razão do mesmo, as classes sociais fundamentadas na diferença de condições económicas ou nas distinções da lei burguesa tornam-se obsoletas.
4. Baseada no conceito de propriedade colectiva, estimulada pelo fundamento cooperativo, o anarquista reserva para si o essencial, satisfazendo as suas necessidades económicas, sociais e culturais na comunidade de residência optativa.
5. Radical quanto à exterminação da partidocracia, o anarquista aguarda a administração pública electrónica (APE), bem como a produção industrial do mesmo cariz (PIE) que tornarão o Reino (grupo de comunidades afins) mais são e justo.
6. Sublinhamos, uma vez mais, que Monarquia (mono+archia) significa um só poder público, isto é, colectivo de todos os indivíduos da mesma comunidade.
7. Em suma: o anarquismo rejeita o autoritarismo e o poder estatal; pugna pelo robustecimento da liberdade sublime.
Nau
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Nº. 6139 - Prelo Real 25/6/2020
Queixas de um Utente
Pago os meus impostos, separo
o lixo, já não vejo televisão
há cinco meses, todos os dias
rezo pelo menos duas horas
com um livro nos joelhos,
nunca falho uma visita à família,
utilizo sempre os transportes
públicos, raramente me esqueço
de deixar água fresca no prato
do gato, tento ser correcto
com os meus vizinhos e não cuspo
na sombra dos outros. Já não me lembro se o médico
me disse ser esta a receita indicada
para salvar o mundo ou apenas
ser feliz. Seja como for,
não estou a ver resultado nenhum.
José Miguel Silva
(Ulisses já Não Mora Aqui)
terça-feira, 23 de junho de 2020
Nº. 6138 - Real Anarquismo comunalista 24/6/2020
1. A autogestão e a auto-subsistência são os pontos cardeais do anarquismo comunalista.
2. Tendo por fundamento a cooperação, o sistema autogestionário é mantido pelos sócios da unidade cooperativa.
3. A auto-subsistência resume-se ao conjunto de medidas necessárias para sustentar a vida de cada um de nós.
4. Sendo a fruição da propriedade colectiva o sistema social cooperativo, a pertença resume-se aos bens essenciais.
5. A livre associação permite o amesendamento de cada um ao redor da távola redonda da sua conveniência.
6. O comunalismo é a doutrina social que estabelece a autonomia da comuna, i.e., o espaço geográfico tradicional de residência optativa.
7. Como é óbvio, o anarquismo comunalista tem por fundamento a administração pública e a produção industrial electrónicas.
Nau
Nº. 6137 - Doutrina Cooperativista 23/6/2020
1. A administração pública electrónica (APE) continua em franco progresso, particularmente na União Europeia.
2. O patinho feio continua a ser protagonizado pela produção industrial electrónica (PIE), obnubilada por uma mão-de-obra de baixo custo.
3. Sem dúvida que o Império Amarelo deu os seus primeiros passos industriais baseados na força braçal, mas o recente avanço tecnológico é impressionante.
4. Pena é que, tanto liberais como socialistas, continuem enfeudados ao grande capital, elegendo o constitucionalismo parlamentar e o partidarismo piramidal como redutos da burguesia republicana dominante.
5. Como anarquistas continuamos a apostar na autogestão e no comunalismo, ambos fundamentados na cooperação e consectários com a liberdade total do homem.
6. O conceito social que, face à competitividade entre as pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo, é a linha de força do anarquismo.
7. Logo, a multiplicação das unidades cooperativas é a opção mais inteligente do que a subversão da ordem pública e/ou o sindicalismo alegadamente anárquico.
Nau
segunda-feira, 22 de junho de 2020
Nº. 6136 - Portal Comunalista 22/6/2020
1. Como anarquistas, pretendemos a erradicação daquilo que a burguesia republicana dominante, ronhosa e de modo sofisticado, impõe como nação organizada.
2. Como anarquistas, propugnamos a doutrina social que estabelece a descentralização administrativa da comuna, progressivamente, tendo por fim a administração digital de impulsos electrónicos - APE.
3. Como seres humanos, procuramos o bem-estar geral, até aos confins do planeta Terra, pela automação do sistema produtivo da riqueza, este de acordo com as necessidades de subsistência individual.
4. Como pessoas que têm a faculdade de apreender, aprender e compreender a oportunidade de se dedicar àquilo que mais lhe agrada, o anarquista será o campeador da liberdade do indivíduo.
5. Como monárquicos convictos, defendemos a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, por este obviar sectarismos deploráveis, no conceito de monarquia ser a autoridade de um só, i.e., o Povo.
6. Como apologista da ideia peregrina de Reino - espaço geográfico tradicional de residência optativa, estudo, desenvolvimento físico e espiritual - sustentamos o fundamento das comunas afins.
7. Como anarco-comunalistas de inspiração monárquica procuramos dialogar com gente despreconceituosa e sã.
Nau
sábado, 20 de junho de 2020
Nº. 6135 - Psyche 21/6/2020
1. A doença mental não é apanágio só dos nossos políticos, patente em alguns chefes de estado norte-americanos.
2. Com a idade, alteram-se vários aspectos perceptíveis no corpo humano, sendo estes atribuídos a dificuldades no focar dos objectos próximos, bem como ouvir os que o rodeiam.
3. A proporção da gordura corporal aumenta mais na zona do abdómen, região que contém as vísceras, diminuindo por debaixo da pele, tornando-se esta mais fina, enrugada e frágil.
4. O tecido hepático (relativo ao fígado) poderá ser destruído por rancores e intrigas parlamentares, embora o restante mantenha um funcionamento mais ou menos equilibrado.
5. A qualidade de vida dos próximos às cadeiras do poder será pouco alterada, mas pandemias e oscilações na Wall Street motivarão desequilíbrios BB, i. e., na bolsa e na banca.
6. Com a idade, a quantidade de sangue que flui para os rins, fígado e cérebro diminui gradualmente, tal como a resistência a infecções, diminuindo a qualidade de vida.
7. Todas as espécies políticas envelhecem e envilecem, manifestando alterações consideráveis após passarem pelas cadeiras do poder, mas o anarquismo guarda a receita adequada.
Nau
Nº. 6134 - Fim de Semana 20/6/2020
1. A doença celíaca, caracterizada por diarreias ou prisões de ventre ocasionais, afectam crianças de tenra idade, adolescentes e adultos. Seguir uma dieta livre de glúten e de lactose é importante, pelo facto de pães de farinha de arroz e sumo de frutas ser o ideal para a primeira refeição do dia.
2. República significa coisa pública, i.e., algo que não é considerado propriedade privada. Monarquia, por outro lado, significa uma só autoridade, logo governo do Povo e propriedade deste.
3. Certo é que a tendência do homem primitivo se reunir e viver em grupo, à semelhança de outros animais de espécie secundária, mantendo a solidariedade e partilhando entre si os desafios de subsistente.
4. Sem dúvida que a multiplicação das unidades cooperativas robustecerá o comunalismo, antecipando a descentralização administrativa proporcionada pela digitalização integral que se avizinha.
5. A autoridade tem uma relação muito estreita com a hierarquia, sobretudo no sistema político. Esta é a razão porque a burguesia republicana dominante procura institucionalizar o Estado, reduto do capitalismo e dos seus apaniguados.
6. "...essas máscaras selectas, antologia do espanto, flores sem caule, flutuando no pranto do desencanto, se não fosse a fome e a sede dessa humanidade exangue, roía as unhas e os dedos até os fazer em sangue". António gedeão.
7. O anarco-comunalismo, entre um herdeiro consensual e um chefe de estado a prazo opta pelo primeiro dado que este porá cobro a sectarismos espúrios.
Nau
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Nº 6133 - Luta Popular 19/6/2020
1. A monarquia constitucional portuguesa foi bloqueada no final da primeira década do século transacto.
2. Dois anos antes, a Carbonária (organização republicanóide tutelada pela maçonaria) perpetrava o regicídio, eliminando o rei e o príncipe real em praça pública.
3. Os mandantes do atentado nunca foram responsabilizados, tendo os autos de acusação sido destruídos em pleno tribunal pelo advogado dos criminosos, membro do directório do partido republicano.
4. Praticamente ilesos escaparam a rainha-mãe e o filho mais novo desta, tendo o mesmo assumido as funções até então desempenhadas pelo seu pai, na dinâmica "rei morto, rei posto"
5. Por volta dos anos 30, sem descendência, morreu o último soberano reinante, tendo o ramo colateral assumido as suas responsabilidades dinásticas, trapaceadas pelo ditador Salazar.
6. Claro que a burguesia republicana dominante tem cerceado ao titular régio o desempenho das suas funções, ora através de normas legislativas, ora avançando com hipócritas pretendentes de conveniência.
7. O anarco-comunalismo, entre um herdeiro consensual e um chefe de estado a prazo opta pelo primeiro dado que este porá cobro a sectarismos espúrios.
Nau
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Nº. 6132 - Prelo Real 18/6/2020
Dez Réis de Esperança
Se não fosse esta certeza
que não sei de onde vem,
não comia, nem bebia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos à boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.
António Gedeão
terça-feira, 16 de junho de 2020
Nº. 6131 . RAC 17/6/2020
1. A autoridade tem uma relação muito estreita com a hierarquia, sobretudo no sistema político.
2. Esta é a razão porque a burguesia republicana dominante procura institucionalizar o Estado, reduto do capitalismo e dos seus apaniguados.
3. Todavia, como anarquistas convictos, procuramos erradicar todas as formas de sanções coercitivas, tendo por fundamento a cooperação e o comunalismo .
4. Cooperar resulta da actuação simultânea e para o mesmo fim com assento à volta da távola redonda onde se cultiva a autogestão dos amesendados.
5. O comunalismo é a doutrina social que promove a autonomia da Comuna, espaço geográfico de residência tradicional optativo.
6. Pretender arregimentar multidões, quer sob o pendão liberal, quer sob a bandeira socialista, é trapaça de inspiração plutocrática.
7. O homem é o herdeiro da riqueza do planeta Terra, com direito adquirido de subsistência até ao fim dos seus dias.
Nau
segunda-feira, 15 de junho de 2020
Nº. 6130 - Doutrina Cooperativista 16/6/2020
1. Desde os primórdios da humanidade, os grupos sociais que se distinguiam da horda, da família e do clã, uniam-se para se protegerem, caçar ou pescar.
2. Na mais remota idade os povos nómadas alimentavam-se de frutas, folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com o ambiente periclitante em que, de certo modo, eram caçados por animais ferozes.
3. Possivelmente a escassez de verduras em percursos áridos; a fome, a miséria e a oportunidade de saborear a carne de um animal inerme ou ferido por acidente proporcionou a degustação ocasional.
4. A partir daí, o timorato vegetariano passou a utilizar na sua alimentação normal tanto as substâncias animais como as vegetais e de animal vitimado, arvorou-se em predador/caçador inveterado.
5. Certo é que a tendência do homem primitivo se reunir e viver em grupo, à semelhança de outros animais de espécie secundária, manteve a solidariedade partilhando entre si os desafios de subsistente.
6. Cooperar exercita a responsabilidade de grupo e harmoniza a autogestão, esta indispensável ao espírito anarquista que rejeita toda a intervenção do Estado na vida dos indivíduos.
7. Sem dúvida que a multiplicação das unidades cooperativas robustecerá o comunalismo, antecipando a descentralização administrativa proporcionada pela digitalização integral que se avizinha, através de sofisticados dispositivos electrónicos.
Nau
Nº. 6129 - Portal Comunalista 15/6/2020
1. República significa coisa pública, i.e., algo que não é considerado propriedade privada.
2. Monarquia, por outro lado, significa uma só autoridade, logo governo do Povo e propriedade deste.
3. O anarquismo é a doutrina político-social destruidora do Estado, reduto da burguesia republicana dominante.
4. Através da multiplicação das unidades cooperativas, os anarquistas consolidam o esquema da autogestão, fundamento do anarquismo.
5. Os critérios de educação, formação e informação são igualmente ensaiados no fórum cooperativo.
6. Sendo a subsistência individual assegurada pela administração pública digitalizada, todo o mundo poderá dedicar-se exclusivamente às actividades do seu agrado.
7. No anarco-comunalismo as facções sectárias jamais terão lugar, sendo a figura do rei consensual, hereditário e vitalício, mera referência, dispensando caudilhos a prazo da minoria dominante.
Nau
domingo, 14 de junho de 2020
Nº. 6128 - Psyche 14/6/2020
1. A doença celíaca caracterizada por diarreias ou prisões de ventre ocasionais, afectam crianças de tenra idade, adolescentes e adultos.
2. Sendo uma patologia auto-imune, torna as pessoas intolerantes ao glúten e à lactose, gerando inflamações crónicas por má absorção de nutrientes.
3. Além dos sintomas gastrointestinais, provoca distúrbios no sistema nervoso central e periférico, afectando tanto os membros inferiores como os superiores.
4. Seguir uma dieta livre de glúten e de lactose é importante, pelo que pães de farinha de arroz e sumo de frutos é o ideal para a primeira refeição do dia.
5. Por outro lado, refeições ricas em proteínas e vegetais são as soluções recomendadas proporcionando saladas de frutas para o lanche e alimentos ligeiros, tanto para o almoço como para o jantar.
6. A intolerância à lactose poderá ser superada pela selecção de leites de arroz, de coco, de soja, de aveia, etc., adequados ao paladar e intolerâncias do paciente.
7. Mente sã e corpo são, continua a ser a forma peregrina para o bem-estar humano.
Nau
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Nº. 6127 - Fim de Semana 24 13/6/2020
1. Níveis elevados de certos enzimas ou proteínas revelados por análises ao sangue e/ou biópsias, tornam tais exames indispensáveis na distrofia muscular.
2. A rivalidade, segundo a burguesia republicana dominante, evidenciam os mais aptos. Contudo, atitudes e procedimentos criminosos ganham uma certa relevância, sendo bem patentes em chefes de estado contemporâneos.
3. Claro que a economia solidária tem por fundamento o anarquismo, este assumido como a doutrina político-social destruidora do estado administrativo, reduto da burguesia republicana dominante.
4. Progressivamente caminhamos para uma administração pública digital, bem como para um sistema de distribuição de riqueza de acordo com as necessidades de subsistência individual, válido para todo o planeta Terra.
5. O anarco-comunalismo autogestionário, no acesso à távola redonda, harmoniza e concerta actividades dos participantes na base de educação, formação e informação.
6. "O primeiro andamento da nossa Comunidade será, sem ódio nem medo, respeitar a Liberdade (...) livres então, ficaremos iguais, sem rivalidades, para podermos sentir o bem da Fraternidade". Pedro Ferreira da Siva dixit.
7. A razão da existência vital humana é o conjunto das qualidades físicas e espirituais de aprazimento e rejeição de perversidades.
Nau
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Nº. 6126 - Luta Popular 12/6/2020
1. Monarquia significa uma só autoridade, i.e., domínio do Povo.
2. O Povo reside no conjunto de espaços geográficos afins, formando a unidade tradicional do Reino.
3. A designação do colectivo e do espaço geográfico tem por referência a figura consensual do rei, individualidade hereditária e vitalícia que reina, mas não governa.
4. Por outro lado, a doutrina política que rejeita toda a intervenção do Estado na vida dos indivíduos, tem por substrato a cooperação.
5. Sendo a subsistência do homem assegurada pela produção autónoma e circuitos de administração pública digital, este dura porque a vida dura.
6. A razão da existência vital humana é o encontro de acontecimentos e circunstâncias pelas quais um ser existe e se define.
7. Gozar a vida fundamenta-se no enriquecimento das faculdades físicas e espirituais de aprazimento e rejeição de perversidades.
Nau
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Nº. 6125 - Prelo Real 11/6/2020
Trilogia
O primeiro mandamento
Da nossa Comunidade
Será, sem ódio nem medo,
Respeitar a Liberdade.
E quando não existir
A força a vontade,
Há-de se crer que chegamos
Ao caminho da igualdade.
Livres então, ficaremos
Iguais, sem rivalidades,
Para podermos sentir
O bem da Fraternidade.
Pedro Ferreira da Silva
Nº. 6124 - Real Actividade Comunalista 10/6/2020
1. O anarco-comunalismo é o sistema administrativo que motiva a gestão da sua comuna.
2. A comuna, espaço geográfico tradicional onde desenvolve as suas actividades existenciais, fundamenta-se na autogestão responsável.
3. No sistema social (liberal ou socialista) em que a competitividade alegadamente evidencia os mais aptos, o atropelo é incontroverso.
4. Todavia, os desaires dos mais perversos, quando tornados públicos, são eventualmente puníveis ou não chegam à barra dos tribunais por processos lentificáveis.
5. O anarco-comunalismo auto-gestionário, no acesso à távola redonda, harmoniza e concerta as actividades dos participantes na base de educação, formação e informação.
6. Envelicimentos ocasionais poderão também ocorrer no cooperativismo, mas tais actos, quando manifestos, terão a adequada repulsa do anarquista.
7. Actos contra a natureza anarco-comunalista serão displicentemente observados e atenuados pela administração pública digitalizada.
Nau
terça-feira, 9 de junho de 2020
Nº. 6123 - Doutrina Cooperativista 9/6/2020
1. A economia solidária tem por fundamento o anarquismo, este assumido como a doutrina político-social destruidora do estado administrativo, reduto da burguesia republicana dominante.
2. Por economia solidária entende-se o conjunto de actividades geridas na base da cooperação tendo por objectivo a construção de comunidades socialmente mais sãs e harmoniosas.
3. A aplicação das forças e faculdades do homem para fazer ou conseguir alguma coisa não se reduz a mera profissão, tão pouco a modo de vida, mas a uma prática económica social.
4. Logo, o trabalho produzido por um aparelho ou um maquinismo qualquer autónomo - tendência dos sistemas de produção industrial que se avizinham - eliminarão substancialmente o modo de ser profissional.
5. A economia social centrada na valorização do investimento capitalista e arregimento da maioria nas actividades reguladas pelo Estado, este tido como escudo protector das minorias plutocráticas, avizinha-se do fim.
6. Caminhamos para uma administração pública digital, bem como para um sistema de distribuição da riqueza de acordo com as necessidades de subsistência individual, válido para todo o planeta Terra.
7. Obviamente que a República assenta no Estado, propriedade dos plutocratas e afilhados; aqui defendemos a Monarquia, governo de um só, i.e., do Povo.
Nau
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Nº. 6122 - Portal Comunalista 8/6/2020
1. A rivalidade, segundo a burguesia republicana dominante, evidenciam os mais aptos.
2. No entanto, atitudes e procedimentos criminosos ganham uma certa relevância, sendo bem patentes em chefes de estado contemporâneos.
3. Por outro lado, a importância de alguns é devida a pormenores de circunstância que, conotados com o berço, fundamentam aristocracias caricaturais.
4. Promoções hierárquicas resultam de sistemas administrativos profissionais baseados em aproveitamentos de circunstâncias que não de qualidades inatas.
5. A revelação de venturosos actos singulares ou colectivos não dependem de intervenções divinas, mas de consequências oportunas, adequadas ao momento.
6. Em suma: cooperar resulta da adequação das necessidades que não da concorrência de duas ou mais pessoas que disputam preeminências espaventosas.
7. As classes sociais fundamentam-se no condutismo, imposto por normas da burguesia republicana dominante.
Nau
domingo, 7 de junho de 2020
Nº. 6121 - Psyche 7/6/2020
1. Distrofia muscular faz definhar os músculos de forma lenta, mas progressiva, revelando-se esta na infância e/ou na adolescência entre os 4 e os 13 anos.
2. Pequena fraqueza nas pernas, sobretudo a criança parece andar à pato, subindo as escadas com muita dificuldade, pondo-se de pé com o auxílio das mãos.
3. Os ombros e os braços são as zonas mais afectadas, manifestando-se a distrofia muscular dos pacientes - ombros ou ancas - por volta dos 20 ou 30 anos.
4. Em certos casos, existe uma pseudo-atrofia dos músculos aumentando estes de volume, mas enfraquecendo, progressiva e de modo incapacitável, a ritmos diferenciados.
5. As massagens ao corpo do paciente deverão ser regulares e enérgicas, para tonificar os músculos e, sobretudo, activar a circulação do sangue, bem como o equilíbrio do mesmo.
6. Os jactos finos ou banhos de água tépida são igualmente aconselhados, combinados com exercícios físicos regulares, de preferência em piscinas de hidroterapia.
7. Níveis elevados de certos enzimas ou proteínas, revelados por análises ao sangue e/ou biopsia, tornam tais exames indispensáveis.
Nau
sábado, 6 de junho de 2020
Nº. 6120 - Fim de Semana 23 6/6/2020
1. A adolescência é o processo de crescimento, manifesto no aspecto físico e mental, resultante das modificações biológicas, maior nível das hormonas sexuais.
2. Observar como a escassez força as pessoas, por negligência ou carneiraça, darem o corpo e a alma por um naco de pão para sustentar a vida inteira, é expectativa de glutões.
3. Todavia, são aqueles que tudo comem com avidez e em excesso que na cátedra sustentam apaniguados, mantendo estes atentos, veneradores o obrigados.
4. A educação, formação e informação continua, alicerce do anarquismo, permite o diálogo construtivo contrabalaçando a doutrinação académica, bem como a arregimentação profissional.
5. O anarquismo é uma doutrina político-social destruidor do reduto da burguesia republicana dominante, este tido como nação politicamene organizada.
6. "Eu sei que a Humanidade é mais do que e, sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito, que o respirar de um só, mesmo que seja o meu, não pesa num total que tende para o infinito". António Gedeão dixit.
7. O anarco-comunalismo é a adequação à administração pública digital e à subsistência geral automática.
Nau
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Nº. 6119 - Luta Popular 5/6/2020
1. Há quem procure associar a questão anarquista a movimentos políticos laborais.
2. Ora o trabalhador não integra uma classe social dado que todo o mundo agenciar pela vida.
3. Trabalhar é uma actividade própria, tanto no exercício material como no intelectual.
4. Mesmo quando os poderes políticos se dão ao trabalho de nada fazer, modera-se o erro, aliviam-se questões.
5. Logo, cooperar é actuar ao mesmo tempo, e para o mesmo fim, sem sectarismos espúrios.
6. O anarquismo é uma doutrina político-social destruidora da autoridade, tendo por fundamento o mutualismo cooperativo.
7. Em suma: o anarco-comunalismo é a adequação à administração pública digital e à subsistência automática.
Nau
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Nº 6118 - Prelo Real 4/6/2020
Amostra sem valor
Eu sei que o desespero não interessa a ninguém,
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:
com ele se entretêm
e se julga intangível.
Eu sei que Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para o infinito.
Eu sei que as dimensões impiedosas da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo.
António Gedeão
terça-feira, 2 de junho de 2020
Nº. 6117 - Real Actividade comunalista 3/6/2020
1. O anarquismo é uma doutrina político-social destruidor do reduto da burguesia republicana dominante, este tido como nação politicamente organizada.
2. De qualquer modo, apenas a minoria possidente, fruindo de todas as disposições contidas no alegado direito de propriedade, manipula o Estado.
3. Inicialmente, o comunalismo fundamentava-se na aplicação das forças e faculdades do homem para a execução de tarefas e produção de artigos destinados à sua subsistência.
4. Claro que a auto-sustentabilidade da comuna dependia do empenho dos seus parceiros, apostando estes mais na cooperação do que na rivalidade.
5. Sendo a destruição do Estado uma prioridade, os anarquistas, numa base apolicista, atribuíram a sindicatos um papel relevante, oportunisticamente desvirtuado pela burguesocracia.
6. Todavia, o avanço tecnológico - tanto da administração pública, como na produção e controlo da riqueza essencial - agilizará a subsistência humana.
7. O real anarco-comunalismo, paulatinamente, liberais e socialistas asilará.
Nau
Nº. 6116 - Doutrina Cooperativista 2/6/2020
1. O cooperativismo promove a organização de unidades autónomas destinadas a satisfazer as necessidades dos seus associados.
2. Fundamentada na solidariedade, a cooperativa é a via assistencial - tanto para familiares como para a comunidade - onde se encontra integrada.
3. A cooperativa afirma-se como a alavanca simples do anarquismo dado que não tem por objecto a persecução doentia do lucro, nem tão pouco o servilismo perante o Estado burguês.
4. No cooperativismo todos participam por iniciativa própria nas actividades e decisões concertadas entre si para atingir o bem comum, sem qualquer sectarismo.
5. A educação, formação e informação contínua, alicerce do anarquismo, permite o diálogo construtivo contrabalançando a doutrinação académica, bem como a regimentação profissional.
6. Caminhando para uma administração pública digital, bem como para uma produção fabril automática, a subsistência da comunidade será assegurada de acordo com as necessidades individuais.
7. O anarco-comunalismo de substrato cooperativista e padrão monárquico é a condição para a liberdade integral do homem de amanhã.
Nau
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Nº. 6115 - Portal Comunalista 1/6/2020
1. Em todas as actividades do homem paira a alma do outro mundo em que racionalmente ninguém acredita.
2. Alucinação subjectiva resultante de perturbações somáticas e psíquicas fundamentadas mais na ideia feliz do que na prática real.
3. Sem dúvida que se vive porque a vida dura - rumo bonançoso para alguns; rotina do que é indispensável para a maioria subsistir - "tudo quanto resta" nas palavras de António Gedeão.
4. A economia é tida como a ciência que lida com a escassez, supostamente motivando as pessoas a serem mais diligentes de modo a tirar o máximo partido da vida.
5. Observar como a escassez força as pessoas, por negligência ou carneiraça, darem o corpo e a alma por um naco de pão para sustentar a vida inteira, é expectativa de glutões.
6. Todavia, são aqueles que tudo comem com avidez e em excesso que na cátedra sustentam apaniguados, mantendo estes atentos, veneradores e obrigados.
7. É tempo de amesendar na távola cooperativista exercitando-se na autogestão da sua incontroversa liberdade integral.
Nau
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