1. A morte é uma cessação, descontinuação de vida.
2. Durante séculos, a morte clínica era defendida pela ausência de batimentos do coração.
3. O fim das funções vitais, por acidente ou inactividade cerebral, poderá ocorrer imprevisivelmente.
4. Mera transição para outra existência, previsível em cultos religiosos apadrinhados por curas e coadjutores sacerdotais.
5. A morte influência rituais e práticas funerárias, reverência e acatamento a coisas sagradas, defendidas por profissionais religiosos.
6. Socialmente, a morte alimenta rituais de luto e práticas funerárias atendidas por profissionais encartados.
7. Como interjeição, exprime com energia e concisão os afectos súbitos da alma.
Nau
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