Anarquia
Para a anarquia vai a humanidade
Que da anarquia a humanidade vem!
Vide como esse ideal do acordo invade
As classes todas pelo mundo além!
Que importa que a fracção dos ricos brade
Vendo que a antiga lei não se mantém!
Hão-de ruir as muralhas da Cidade,
Que não há fortalezas contra o bem
Façam da acção dos subversivos crime,
Persigam, matem, zombem... tudo em vão...
A ideia, perseguida é mais sublime,
Pois nos rudes ataques à opressão,
A cada herói que morra ou desanime
Dezenas de outros bravos surgirão
Poesia
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