Vida
Nascemos, crescemos e morremos
Em auroras vitais e mortes escuras.
Pouco ou muito, em vão, aprendemos
Com esperanças ou percas obscuras.
É a vida que decorre
Do nascimento até à morte do ser vivo.
Mas tudo, em um repente, descobre
Que o esforçar ou arrepender-se não tem motivo.
Navegando na tradição lusófona,
Portos e portos vamos tocando,
Na dura perspectiva hidrófona,
Em pedra silicone terminando.
Adissa
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