1. Actuar ao mesmo tempo e para o mesmo fim é um apego, por vezes excessivo, à forma e formalidade.
2. O fim, frequentemente, é ao mesmo tempo dever, baseado no respeito aos compromissos assumidos.
3. Por vezes, aquilo que nos move é extraído da experiência, bem como de meras oportunidades.
4. O fim será, em suma, um dever assumido na determinação necessária da incontornável razão.
5. A finalidade categórica e a hipotética fundamentam-se na moral Kantiana como doutrina de fins.
6. O fim último da razão verifica-se entre a dignidade de ser feliz e a felicidade subjectiva.
7. As acções por dever são determinantes na realização dos compromissos assumidos.
Nau
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