1. O psicólogo faz a distinção entre a necessidade, o motivo e o impulso.
2. A necessidade é mera deficiência - falha, carência ou defeito - tríade do absurdo.
3. Quando o motivo tem eficácia ou virtude para dar ou comunicar movimento, satisfaz a percepção do psicólogo.
4. O impulso, i.e., a força que imprime o movimento no corpo são ondas de energia electro químicas que se transmitem ao longo das fibras nervosas.
5. Basta tais ondas atingirem um neurónio ou órgão executor para o psicólogo se aperceber da reacção do paciente.
6. Maior parte das vezes as pessoas não estão cientes da sua própria motivação, influenciada pelos genes e pelas experiências adquiridas.
7. Motivos cognitivos nascem de sentimentos ou de ideias para testar a própria fé, quando esta é crença, mera fé religiosa.
Nau
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