1. A falar é que a gente se entende, mas aqui tudo é silêncio.
2. Para a maioria das pessoas, toda a autoridade emana do povo e se materializa na participação deste na gestão administrativa estatal.
3. Ora, do ponto de vista sociológico, a democracia é a expressão da pluralidade social e deve garantir as liberdades de associação, reunião e expressão.
4. Todavia, a maioria dos governantes limita-se a tolerar uma espartilhada liberdade através do processo de socialização da sua economia, alegadamente popular.
5. Aqui para nós, como anarco-comunalistas, defendemos uma economia baseada na auto-organização e na autogestão, sem intermediários, i.e., comissários do povo que apenas puxam a brasa à sua sardinha.
6. Claro que o sectarismo da burguesia republicana dominante faz que anda, mas não anda, mantendo-se encaprichada na luta para o acesso às cadeiras do poder.
7. Portugal é um espaço geográfico tradicional de residência optativa; a figura do Rei consensual, hereditário e vitalício, obvia títeres sectaristas.
Nau
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