1. Realistas somos porquanto consideramos as coisas tal como são, sem exageros ou deturpação de factos.
2. A desvirtuação dos costumes tradicionais, o compadrio, o favoritismo, a protecção exagerada, contrária à justiça, à ética social é contundente.
3. Obviamente que somos anarquistas porquanto defendemos a faculdade do homem agir por livre alvedrio, sem sectarismos espúrios.
4. A liberdade de pensamento, de propagar as suas próprias ideias, sem restrições ou contumácias da burguesia republicana dominante e/ou religiosidades fanáticas.
5. O comunalismo, no âmbito da ciência política ou arte dos povos se governarem, sem centralismos burocráticos e sem a prepotência de minorias centradas no seu umbigo.
6. Tanto no umbigo, como a um palmo abaixo deste - obstinação para os prazeres do sexo, luxúria ou atrofia mental.
7. O real anarco-comunalismo monárquico, fundamentado na cooperação, aguarda o progresso da produção de bens essenciais e na administração pública, ambas digitalizadas.
Nau
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