1. Cada um é, como é, responsável pelos seus actos, independentemente da constituição pessoal - genética, social e/ou circunstancial.
2. Todavia, o comportamento de cada um de nós resulta de medo e desejos inconscientes, sobretudo da infância, das pressões sociais e forças ambientais.
3. A principal força impulsionadora subjacente ao comportamento do indivíduo é a auto realização e a psicoterapia, tendo esta por objectivo superar as crises existenciais.
4. O autodesenvolvimento requer imaginação, experiência e, sobretudo, vontade própria, desejo de mudança a fim de desenvolver um potencial próprio.
5. Curar distúrbios, bem como ajudar o desenvolvimento de uma personalidade saudável, carece de prolongado acompanhamento e/ou criteriosos relatórios que permitam ultrapassar eventuais crises.
6. A abordagem terapêutica vai mais no sentido da contenção e no tratamento de doenças específicas, tais como depressões, distúrbios obsessivo-compulsivos, bem como de medos irracionais.
7. Obviamente que as obsessões políticas, tanto da esquerda como da direita, mesmo em plena crise, não têm tratamento mental relevante.
Nau
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