1. Só a produção de bens essenciais, a par de uma publica administratio sine interventu homines, ambas digitalizadas, assegurará a paz universal.
2. A competição favorece os afortunados que, para usufruir o sucesso por mediato alcançado, escudam-se por esquemas legais, valendo estes tanto como as vetustas crendices de antanho.
3. Obviamente que a oportunidade favorece o reles vilão que, crendices, cripto religiosas e/ou amparo daqueles que partilham o sucesso alcançado, alegam direitos adquiridos através da força do cacete.
4. A escassez de bens que sustentam a vida (alimento, bem como a saúde física e mental) dá azo a competição em que a massa ignara toma partido na expectativa de ter acesso a meras vitualhas.
5. Sempre que a coacção oprime (estratégia dos energúmenos) urge apaziguar estes, satisfazendo a gula acidental como uma vantagem de aventuras, mas para além do planeta Terra.
6. A hipótese das múltiplas comunas de fundamento cooperativista se confrontarem de modo desaguisado é pouco provável, dado que a Inteligência Artificial suscita boa disposição das partes de um todo.
7. O anarquismo é uma doutrina social destruidora da autoridade humana.
Nau
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