1. Servindo para amplificar a significação de anarco, exprimindo a ideia de magnificência de tal conceito, o adjectivo real sublinha a existência verdadeira do dito.
2. O anarquismo, sendo uma forma de organização social que exclui o "Estado", este tido como nação politicamente organizada, reduto da burguesia republicana dominante, mero organismo político-administrativo, em vias de extinção.
3. Por outro lado, a doutrina que advoga uma organização social e económica assente na propriedade do colectivo, i.e., o comunalismo, este tem por fundamento o facto do planeta Terra a todos os seus habitantes (seres, animais plantas) pertencer.
4. Monárquico, por apenas reconhecer uma só autoridade, i.e., a autoridade do colectivo, tendo por referência a figura consensual do Rei, hereditário e vitalício, que obviamente reina, mas não governa, como rosto de Portugal.
5. O progresso tecnológico, dentro em breve, obviará, tanto a produção de bens essenciais para a subsistência da população, como a administração pública do Reino, ambas digitalizadas, melhores serviços disponibilizando, sem o sufoco burocrático.
6. Tanto o sectarismo apoiado no grande capital, como aqueloutro baseado na alegada ditadura do proletariado, ambas serão prosternadas para todo o sempre.
7. O real anarco-comunalismo monárquico permitirá ao homem agir por livre arbítrio.
Nau