1. Segundo parece, alguns dos primeiros visitantes desta já longa caminhada parecem assustados com a solução anarquista.
2. Seguros que a figura do rei, hereditário e vitalício, conjuga com a perenidade do Reino de Portugal, advogam que a livre iniciativa dos mais destros equilibra a apatia dos contrários.
3. Assumindo que a ciência que se ocupa da produção e da distribuição de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas carece de técnicos qualificados, candidamente aguardam que estes ocorram a todo o momento.
4. O Estado, como nação politicamente organizada, é amparado por uma minoria republicana dominante que outorga concessões e cobra impostos para alegadamente atender às necessidades públicas, beneficiando das diligências que sejam mais compensatórias para si, bem como para os seus afilhados.
5. A passagem pelas cadeiras do poder será revezadamente partilhada por várias organizações sectárias, mantendo-se o esquema de exploração descarada sob a designação de democracia, válida tanto para a timocracia norte-americana, como para o centralismo burocrático socialista da Venezuela e quejandos.
6. Progressivamente, a subsistência e assistência humana serão, pela Inteligência Artificial, asseguradas, a par de uma administração pública e de uma produção industrial, ambas electrónicas, pelo que tanto Estado como as organizações sectárias reverterão como obsoletas.
7. O anarco-comunalismo monárquico privilegia a cooperação como antídoto às propaladas democracias. Antecipadamente agradecemos o vosso comentário.
Nau
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